Educação financeira em escolas públicas

Dinheiro também se aprende na escola


O Horizonte Financeiro leva profissionais do mercado financeiro para dentro da sala de aula da rede pública. Aula gratuita, linguagem de gente, exemplos do dia a dia de quem vive de dinheiro.

01 / O problema

Ninguém ensina, e a conta chega igual


A maior parte das escolas públicas do Brasil não ensina educação financeira. Educação financeira está prevista na BNCC como tema transversal, mas transversal costuma virar ninguém: não tem professor formado para isso, não tem material, não tem horário reservado.

O resultado é sempre o mesmo: milhões de alunos terminam o ensino médio sem saber montar um orçamento, sem entender o que é juro composto e sem desconfiar de uma parcela que cabe no bolso mas custa o dobro. A primeira aula de finanças acaba sendo a primeira dívida.

Do outro lado existe muita gente que trabalha com isso todo dia e teria duas horas por mês para dar. Faltava só alguém marcando o encontro.

O que a gente ouve das escolas

  • “A gente sabe que precisa, mas não tem quem dê.”
  • “O material que existe é teórico demais para os alunos.”
  • “Já tentamos, mas o projeto durou um semestre e parou.”

É por isso que o Horizonte funciona com agenda combinada e voluntário fixo por turma, e não palestra avulsa.

02 / Como funciona

Três passos, nada de burocracia


  1. O voluntário se inscreve

    Quem trabalha no mercado financeiro preenche um formulário de dois minutos: cidade, área de atuação e quanto tempo tem por mês. Não precisa ter dado aula antes.

  2. A gente combina com a escola

    A escola diz série, número de turmas e horário livre. Nós cruzamos com a disponibilidade dos voluntários e fechamos a agenda direto com a coordenação pedagógica.

  3. A aula acontece

    Encontros de 50 minutos, presenciais ou online, com roteiro e material prontos. O voluntário não precisa preparar nada do zero, só trazer os exemplos que ele vive.

03 / A proposta

O combinado, em números


4

aulas no roteiro completo

50

minutos por encontro

R$ 0

de custo para a escola e para o aluno

1

voluntário fixo por turma, durante o semestre

Duas escolas públicas já confirmaram a parceria e estão montando as primeiras turmas com a gente. É um projeto no começo, e é exatamente por isso que cada voluntário que entra agora pega uma turma inteira.

04 / Quem dá aula

Você já sabe o suficiente


A dúvida mais comum de quem se inscreve é se sabe o bastante para ensinar. Sabe. O que falta na sala de aula não é teoria de mercado, é alguém que explique juro, orçamento e golpe com exemplo de vida real.

  • Analistas, traders, bancários, contadores, corretores, economistas
  • Estudantes de economia, administração e contábeis a partir do 5º semestre
  • Quem trabalha em fintech, seguros, crédito ou cooperativa

O compromisso mínimo é de uma aula por mês, durante um semestre. Material, roteiro e treinamento de duas horas ficam por nossa conta.

O que o voluntário recebe

  • Roteiro de aula pronto, slide e atividade para imprimir
  • Treinamento inicial de duas horas, online
  • Contato direto com a coordenação da escola
  • Declaração de horas de trabalho voluntário

Quer levar o projeto para uma escola?

Se você é professor, coordenador ou diretor de escola pública, a inscrição leva três minutos e a gente responde em poucos dias.

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